segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Mensagem Final... Queridos alunos, obrigada pela produção e participação de vcs... Continuem com suas postagens no blog... Beijinhos


Semana de Encerramento do PROEMI de Iniciação à Pesquisa Científica e Fotografia Ambiental... MENSAGEM FINAL...

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
William Shakespeare
     

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Produção de Texto...


No dia 11/10/2013, o grupo de Iniciação Científica à pesquisa e fotografia, viajou à Foz do Iguaçu, maior símbolo de harmonia entre natureza e homem, com o propósito de conhecer melhor a beleza que o Brasil tem a nos proporcionar.

A cidade reserva um dos maiores parques de aves do mundo, abrigando diversas espécies diferentes, inclusive as ameaçadas de extinção. O parque das aves (um dos locais visitados) foi sem sombra de dúvida, um dos melhores pontos da viagem.

Visitamos também, a Itaipu Binacional, uma das maiores obras de engenharia do mundo e a maior usina hidrelétrica do planeta em geração de energia. A usina foi apenas uma demonstração de quão grande é a capacidade humana de construir e projetar.

Por último visitamos um dos lugares mais lindos do mundo; as cataratas do Iguaçu! Na divisa do Brasil com a Argentina, o rio Iguaçu demonstra a força da natureza expondo suas enormes quedas que encantam até os olhos mais rigorosos.

Com certeza a visita a Foz do Iguaçu, foi um dos momentos mais marcantes da vida de todos os participantes, abrigando na memória uma imagem perfeita do significa da palavra VIDA.
 
Autor: Hussen Ali, aluno do 3º ano do Ensino Médio, Colégio Leonardo da Vinci, Dois Vizinhos, Paraná.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Projeto: Horta na Escola...


Monte uma sugestão de Projeto que possa ser realizado em sua escola:

Projeto: Horta na Escola

Título:

Objetivos:

Justificativa:

Desenvolvimento:

Recursos:

 

Horta na Escola...

A horta é um excelente meio para potencializar o aprendizado do aluno e despertar seu interesse para a alimentação saudável

O contato com a natureza é uma experiência muito válida para crianças e adolescentes. Ao montar uma horta na escola, professores de todas as áreas terão um laboratório vivo, podendo trabalhar os mais variados temas.

Os professores podem usar a interdisciplinaridade e desenvolver um projeto sobre alimentação saudável com os alunos, que terão a oportunidade de conhecer melhor os alimentos e experimentá-los na cozinha ou na merenda escolar, o que os auxiliará na promoção da saúde.

O professor de matemática poderá trabalhar as formas dos alimentos cultivados, poderá associar o tempo de cultivo, floração e frutificação com o desenvolvimento dos alunos. Na área de português, os professores podem sugerir temas de redações ligados ao consumo de frutas e verduras. Professores da área de história podem trabalhar as origens dos nomes de frutas e verduras, como são consumidas e se são empregadas na medicina popular. O professor de geografia pode trabalhar as frutas e verduras típicas de cada região do país, resgatando, assim, a cultura culinária de cada região. Enfim, todas as áreas do conhecimento podem se beneficiar de alguma forma de uma horta ou mini-horta na escola.

Em escolas que não possuem espaço disponível para montar uma horta, há a possibilidade de construí-la com garrafas pet. Sendo assim, o professor pode trabalhar o conceito de sustentabilidade e colocar o tema para discussão entre os alunos.

Para a construção da horta, o professor deve ter a participação de todos os alunos. Pode-se dividir a responsabilidade por cada espécie plantada por turma. Ficam a critério do professor os meios de aquisição das mudas ou sementes.

Em primeiro lugar, deve-se escolher um local apropriado. O local escolhido deve receber a luz do sol direta na maior parte do dia, mas principalmente na parte da manhã. Observe se no local escolhido há trânsito de animais ou pessoas; se sim, escolha outro local. No local escolhido deve haver água disponível para irrigar os vegetais.

Depois de escolhido o local é hora de preparar a terra para o plantio. Retire ervas daninhas, revire a terra a uns 15 cm de profundidade para que ela fique fofa e, se necessário, corrija o solo com cal hidratada ou serragem. Nesse caso, é necessária a ajuda de um agrônomo ou jardineiro.

Para a adubação dos canteiros, pode-se utilizar o adubo natural, como pó de café usado, cascas e polpas de frutas, esterco, palhas e galhos, que, ao apodrecerem, formarão o adubo orgânico. É importante frisar com os alunos que alimentos processados industrialmente não podem virar adubo vegetal, por alterarem o pH do solo.

As covas para o plantio das hortaliças devem ser espaçadas e medir 20x20cm ou 30x30cm com 20cm ou 30cm de profundidade. Para melhor aproveitamento das culturas é importante saber a melhor época do ano para seu plantio. Abaixo, segue uma tabela com algumas informações.

Época de cultivo das principais hortaliças


Fonte: http://vsites.unb.br/fs/opsan/escolasaudavel/horta.pdf

Culturas de transplante


Fonte: http://vsites.unb.br/fs/opsan/escolasaudavel/horta.pdf

A irrigação da horta difere quanto à região do país e à estação do ano, mas o recomendado é irrigar diariamente, duas vezes ao dia. Cuidado para que o solo não fique encharcado, pois isso propicia o aparecimento de fungos. Ao irrigar, observe se há ervas daninhas nascendo; se houver, retire-as e, a cada colheita, reponha o adubo. Isso garantirá o sucesso das colheitas seguintes.


Paula Louredo

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Escolha da Camiseta do EMI... Postem suas sugestões...

Aula 06/09/2013 Estudo de Texto e Resolução de Questões: O Senso Comum e a Ciência...

O SENSO COMUM E A CIÊNCIA (I)

“A ciência nada mais é que o senso comum refinado e

disciplinado.” G. Myrdal

A.1 O que é que as pessoas comuns pensam quando as palavras ciência ou cientista são mencionadas? Faça você mesmo um exercício. Feche os olhos e veja que imagens vêm à sua mente.

A.2 As imagens mais comuns são as seguintes:

• o gênio louco, que inventa coisas fantásticas;

• o tipo excêntrico, ex-cêntrico, fora do centro, manso, distraído;

• o indivíduo que pensa o tempo todo sobre fórmulas incompreensíveis ao comum dos mortais;

• alguém que fala com autoridade, que sabe sobre que está falando, a quem os outros devem ouvir e ... obedecer.

A.3 Veja as imagens da ciência e do cientista que aparecem na televisão. Os agentes de propaganda não são bobos. Se eles usam tais imagens é porque eles sabem que elas são eficientes para desencadear decisões e comportamentos. É o que foi dito antes: cientista tem autoridade, sabe sobre o que está falando e os outros devem ouvi-lo e obedecê-lo. Daí que imagem de ciência e cientista pode e é usada para ajudar a vender cigarro. Veja, por exemplo, os novos tipos de cigarro, produzidos cientificamente. E os laboratórios, microscópios e cientistas de aventais imaculadamente brancos enchem os olhos e a cabeça dos telespectadores. E há cientistas que anunciam pasta de dente, remédios para caspa, varizes, e assim por diante.

A.4 O cientista virou um mito. E todo mito é perigoso, porque ele induz o comportamento e inibe o pensamento. Este é um dos resultados engraçados (e trágicos) da ciência. Se existe uma classe especializada em pensar de maneira correta (os cientistas), os outros indivíduos são liberados da obrigação de pensar e podem simplesmente fazer o que os cientistas mandam. Quando o médico lhe dá uma receita você faz perguntas? Sabe como os medicamentos funcionam? Será que você se pergunta se o médico sabe como os medicamentos funcionam? Ele manda, a gente compra e toma. Não pensamos. Obedecemos. Não precisamos pensar, porque acreditamos que há indivíduos especializados e competentes em pensar. Pagamos para que ele pense por nós. E depois ainda dizem por aí que vivemos em uma civilização científica... O que eu disse dos médicos você pode aplicar a tudo. Os economistas tomam decisões e temos de obedecer. Os engenheiros e urbanistas dizem como devem ser as nossas cidades, e assim acontece. Dizem que o álcool será a solução para que nossos automóveis continuem a trafegar, e a agricultura se altera para que a palavra dos técnicos se cumpra. Afinal de contas, para que serve a nossa cabeça? Ainda podemos pensar? Adianta pensar?

B.1 Antes de mais nada é necessário acabar com o mito de que o cientista é uma pessoa que pensa melhor do que as outras. O fato de uma pessoa ser muito boa para jogar xadrez não significa que ela seja mais inteligente do que os não-jogadores. Você pode ser um especialista em resolver quebra-cabeças. Isto não o torna mais capacitado na arte de pensar. Tocar piano (como tocar qualquer instrumento) é extremamente complicado. O pianista tem de dominar uma série de técnicas distintas – oitavas, sextas, terças, trinados, legatos, staccatos – e coordená-las, para que a execução ocorra de forma integrada e equilibrada. Imagine um pianista que resolva especializar-se (note bem esta palavra, um dos semideuses, mitos, ídolos da ciência!) na técnica dos trinados apenas. O que vai acontecer é que ele será capaz de fazer trinados como ninguém – só que ele não será capaz de executar nenhuma música. Cientistas são como pianistas que resolveram especializar-se numa técnica só. Imagine as várias divisões da ciência – física, química, biologia, psicologia, sociologia – como técnicas especializadas. No início pensava-se que tais especializações produziriam, miraculosamente, uma sinfonia. Isto não ocorreu. O que ocorre, frequentemente é que cada músico é surdo para o que os outros estão tocando. Físicos não entendem os sociólogos, que não sabem traduzir as afirmações dos biólogos, que por sua vez não compreendem a linguagem da economia, e assim por diante.

A especialização pode transformar-se numa perigosa fraqueza. Um animal que só desenvolvesse e especializasse os olhos se tornaria um gênio no mundo das cores e das formas, mas se tornaria incapaz de perceber o mundo dos sons e dos odores. E isto pode ser fatal para a sobrevivência. O que eu desejo que você entenda é o seguinte: a ciência é uma especialização, um refinamento de potenciais comuns a todos. Quem usa um telescópio ou um microscópio vê coisas que não poderiam ser vistas a olho nu.

Mas eles nada mais são que extensões do olho. Não são órgãos novos. São melhoramentos na capacidade de ver, comum a quase todas as pessoas. Um instrumento que fosse a melhoria de um sentido que não temos seria totalmente inútil, da mesma forma como telescópios e microscópios são inúteis para cegos, e pianos e violinos são inúteis para surdos. A ciência não é um órgão novo de conhecimento. A ciência é a hipertrofia de capacidades que todos têm. Isto pode ser bom, mas pode ser muito perigoso. Quanto maior a visão em profundidade, menor a visão em extensão. A tendência da especialização é conhecer cada vez mais de cada vez menos.

C.1 A aprendizagem da ciência é um processo de desenvolvimento progressivo do senso comum. Só podemos ensinar e aprender partindo do senso comum de que o aprendiz dispõe. A aprendizagem consiste na manutenção e modificação de capacidades ou habilidades já possuídas pelo aprendiz. Por exemplo, na ocasião em que uma pessoa que está aprendendo a jogar tênis tem a força física para segurar a raquete, ela já desenvolveu a coordenação inata dos olhos com a mão, a ponto de ser capaz de bater na bola com a raquete. Na verdade, com a prática ela aprende a bater melhor na bola, . . Mas bater na bola com a raquete não é parte do aprendizado do jogo de tênis. Trata-se, ao contrário, de uma habilidade que o jogador possui antes de sua primeira lição e que é modificada na medida em que ela aprende o jogo. É o refinamento de uma habilidade já possuída pela pessoa. (David A. Dushki (org.).Psychology Today – An Introduction. p. 65).

C.2 O que é senso comum? Esta expressão não foi inventada pelas pessoas de senso comum. Creio que

elas nunca se preocuparam em se definir. Um negro, em sua pátria de origem, não se definiria como pessoa “de cor”. Evidentemente. Esta expressão foi criada para os negros pelos brancos. Da mesma forma a expressão “senso comum” foi criada por pessoas que se julgam acima do senso comum, como uma forma de se diferenciarem das pessoas que, segundo seu critério, são intelectualmente inferiores. Quando um cientista se refere ao senso comum, ele está, obviamente, pensando nas pessoas que não passaram por um treinamento científico. Vamos pensar sobre uma destas pessoas.

C.3 Ela é uma dona-de-casa. Pega o dinheiro e vai à feira. Não se formou em coisa alguma. Quando tem de preencher formulários, diante da informação “profissão” ela coloca “prendas domésticas” ou “do lar”. Uma pessoa comum como milhares de outras. Vamos pensar em como ela funciona, lá na feira, de barraca em barraca. Seu senso comum trabalha com problemas econômicos: como adequar os recursos de que dispõe, em dinheiro, às necessidades de sua família, em comida. E para isto ela tem de processar uma série de informações. Os alimentos oferecidos são classificados em indispensáveis, desejáveis e supérfluos. Os preços são comparados. A estação dos produtos é verificada: produtos fora de estação são mais caros. Seu senso econômico, por sua vez, está acoplado a outras ciências. Ciências humanas, por exemplo. Ela sabe que alimentos não são apenas alimentos. Sem nunca haver lido Veblen ou Lévi-Strauss, ela sabe do valor simbólico dos alimentos. Uma refeição é uma dádiva da dona-de-casa, um presente. Com a refeição ela diz algo. Oferecer chouriço para um marido de religião adventista, ou feijoada para uma sogra que tem úlceras, é romper claramente com uma política de coexistência pacífica. A escolha de alimentos, assim, não é regulada apenas por fatores econômicos, mas por fatores simbólicos, sociais e políticos. Além disto, a economia e a política devem fazer lugar para o estético: o gostoso, o cheiroso, o bonito. E para o dietético. Assim, ela ajunta o bom para comprar, com o bom para dar, com o bom para ver, cheirar e comer, com o bom para viver. É senso comum? É. A dona-de-casa não trabalha com aqueles instrumentos que a ciência definiu como científicos. É comportamento ingênuo, simplista, pouco inteligente? De forma alguma. Sem o saber, ela se comporta como uma pianista, em oposição ao especialista em trinados. É provável que uma mulher formada em dietética, e em decorrência de sua (de)formação, em breve se veja frente a problemas na casa, em virtude de sua ignorância do caráter simbólico e político da comida. Especialista em trinados.

C.4 O que é o senso comum? Prefiro não definir. Talvez simplesmente dizer que senso comum é aquilo que não é ciência e isto inclui todas as receitas para o dia-a-dia, bem como os ideais e esperanças que constituem a capa do livro de receitas. E a ciência? Não é uma forma de conhecimento diferente do senso comum. Não é um novo órgão. Apenas uma especialização de certos órgãos e um controle disciplinado do seu uso.

Você é capaz de visualizar imagens? Então pense no senso comum como as pessoas comuns. E a ciência? Tome esta pessoa comum e hipertrofie um dos seus órgãos, atrofiando os outros. Olhos enormes, nariz e ouvidos diminutos. A ciência é uma metamorfose do senso comum. Sem ele, ela não pode existir. E esta é a razão por que não existe nela nada de misterioso ou extraordinário.

D.1 Como funciona o senso comum? Se a gente compreender o senso comum poderá entender a ciência com mais facilidade. E nada melhor para se entender o senso comum que brincar com alguns problemas.

E.1 Você está guiando um automóvel e repentinamente ele pára. Mas o que nos interessa é saber como funcionaria o seu senso comum. O que é que você faria com as mãos e com o cérebro? Que pensamentos orientariam as suas mãos? Descreva o seu raciocínio em uma folha de papel.

F.1 Em sua casa você gasta normalmente um certo número de metros cúbicos de água. De repente você recebe uma conta enorme, correspondente ao dobro do que é normal. Como é que você procederia para resolver o problema, passo a passo?
Extraído do livro: Filosofia da Ciência  - Introdução ao jogo e suas regras, Rubem Alves, Editora Brasilliense.

 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Convocação!


CONVOCAÇÃO

Prezados alunos do EMI de biologia – Iniciação a Pesquisa Científica e Fotografia. Solicitamos que dia 16/08/2013, TODOS que ainda queiram participar venham sem falta, caso contrário será desligado e não poderão mais participar.

Está previsto para os próximos meses: Exposição de fotos na escola, Elaboração de calendário 2014, Visita ao Parque das Aves, Palestra com profissional especializado em fotografia, entre outros.

OBS: Trazer (sem falta) doze fotos das atividades realizadas no curso pode ser individual, grupo ou dupla salva em pendrive.

Atenciosamente, Prof. Kali

09 de Agosto: Visita aos laboratórios da UNISEP... Comentem!





sexta-feira, 21 de junho de 2013

Aula 21/6 - Fazer inscrição...

Concurso de Fotografia
Está aberta a inscrição de fotos para o concurso de fotografia a ser realizado durante as semanas acadêmicas dos cursos de Biologia e Educação do Campo da UTFPR/DV 2013, cujo tema é: "A Natureza 360º a nossa volta".

a) Somente aqueles comprovadamente inscritos no evento poderão participar;
b) A participação é limitada a uma foto por inscrição;
c) Após a realização da inscrição, o envio da foto deverá ser realizado via e-mail, para o endereço: sabio.utfpr2013@gmail.com; o título do e-mail deverá OBRIGATORIAMENTE constar as palavras: FOTOGRAFIA CONCURSO SABIO 2013; no corpo do e-mail deverá constar o nome completo, endereço e telefones para contato, além do título da obra, quando houver;
d) As imagens deverão ser encaminhadas, via e-mail, até o dia 21/06/2013
e) As imagens serão expostas durante todo o evento, e a premiação será realizada no dia 28/06/2013 às 20:10hs;
f) O Júri técnico será composto por um Fotógrafo Profissional da Matheus Fotos, e mais dois Professores da UTFPR; além disso, durante o evento, o público poderá votar na melhor foto, que constituirá, portanto, a melhor foto do Público.
g) A Comissão Organizadora do Evento coloca-se no direito de realizar uma seleção prévia das imagens que serão expostas junto às Semanas Acadêmicas.

Cronograma:

Inscrições das fotografias: 14 a 21 de junho de 2013
Data limite para a entrega das fotografias a Comissão SABIO: 21 de junho de 2013.
Seleção: 25 a 27 de junho de 2013.

Divulgação dos Resultados: 28 de junho de 2013.

Aula dia 21/06

Comentem a visita ao parque Girau e descrevam as tarefas realizadas pelos grupos:

Que importância Ecológica teve a visita para o meio ambiente?



Visita ao Parque Girau - 11/06