Neste dia visitamos o lago dourado, quando chegamos nos deparamos com uma queimada, o que chamou muito a nossa atenção pelo descasso apresentado pelo responsável...
Observamos vários problemas com relação a preservação do local. Percebemos que os visitantes do lago, não estão nem um pouco preocupados com a Preservação do Meio Ambiente. Por coincidência, funcionários da Prefeitura trabalhavam no corte do gramado.
Veja as fotos abaixo:
Outras fotos em breve e comentários dos alunos com uma proposta para reverter essa situação...
O objetivo é compartilhar leituras, vídeos e experiências sobre Educação Ambiental com divulgação fotográfica;
sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 16 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Estudo reforça: áreas protegidas protegem de verdade...
Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, Estados Unidos, que contou com a participação do brasileiro Britaldo Silveiras Soares-Filho, da Universidade Federal de Minas Gerais, reforçou as evidências de que áreas protegidas reduzem o desmatamento da floresta amazônica brasileira.
O principal autor é o doutorando Christoph Nolte. As duas conclusões mais importantes, embora previsíveis, são: unidades de conservação de proteção integral são mais efetivas do que as de uso sustentável. Além disso, em áreas com grande pressão de desmatamento, terras indígenas ajudam a diminuir a derrubada da floresta.
O trabalho saiu domingo, 10 de março, na edição on-line da Proceedings of the National Academy of Sciences, revista científica dos EUA. Os pesquisadores analisaram dados remotos de 292 áreas protegidas, divididas nas categorias Uso Restrito (como Estações Ecológicas, Reservas Biológicas e Parques Estaduais e Nacionais), Uso Sustentável (Reservas Extrativistas, Reservas de Desenvolvimento Sustentável) e Terras Indígenas.
Para Britaldo Soares-Filho, o resultado corrobora trabalhos anteriores, que demonstraram a importância das áreas protegidas. Há quase três anos, ele mesmo mostrou que, entre 2004 e 2006, a expansão de áreas protegidas na Amazônia reduziu em 37% o desmatamento na região. Publicado em maio de 2010, esse estudo indicava também que unidades de conservação e terras indígenas, se implementadas por completo, poderiam evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de Carbono até 2050.
“Talvez a maior surpresa é a descoberta de que Terras Indígenas funcionam melhor quando servem para reduzir o desmatamento em contextos de alta pressão pelo desmatamento”, afirma Arun Agrawal, um dos autores do novo estudo. “Muitos observadores têm sugerido que garantir autonomia substancial e direito à terra para povos indígenas vai levar a altos níveis de desmatamento, porque os grupos indígenas vão querer aproveitar todos os recursos à sua disposição. Este estudo mostra que – baseado nas evidências atuais – estes temores são equivocados”, afirma.
Os autores concluem que a criação de Unidades de Conservação de proteção integral em áreas próximas de cidades ou de grande valor para a agricultura pode gerar críticas, mas é importante para reduzir o desmatamento.
extraído do site:http://www.oeco.org.br/noticias/26984-estudo-reforca-areas-protegidas-protegem-de-verdadehttp://www.oeco.org.br/noticias/26984-estudo-reforca-areas-protegidas-protegem-de-verdade
O principal autor é o doutorando Christoph Nolte. As duas conclusões mais importantes, embora previsíveis, são: unidades de conservação de proteção integral são mais efetivas do que as de uso sustentável. Além disso, em áreas com grande pressão de desmatamento, terras indígenas ajudam a diminuir a derrubada da floresta.
O trabalho saiu domingo, 10 de março, na edição on-line da Proceedings of the National Academy of Sciences, revista científica dos EUA. Os pesquisadores analisaram dados remotos de 292 áreas protegidas, divididas nas categorias Uso Restrito (como Estações Ecológicas, Reservas Biológicas e Parques Estaduais e Nacionais), Uso Sustentável (Reservas Extrativistas, Reservas de Desenvolvimento Sustentável) e Terras Indígenas.
Para Britaldo Soares-Filho, o resultado corrobora trabalhos anteriores, que demonstraram a importância das áreas protegidas. Há quase três anos, ele mesmo mostrou que, entre 2004 e 2006, a expansão de áreas protegidas na Amazônia reduziu em 37% o desmatamento na região. Publicado em maio de 2010, esse estudo indicava também que unidades de conservação e terras indígenas, se implementadas por completo, poderiam evitar a emissão de 8 bilhões de toneladas de Carbono até 2050.
“Talvez a maior surpresa é a descoberta de que Terras Indígenas funcionam melhor quando servem para reduzir o desmatamento em contextos de alta pressão pelo desmatamento”, afirma Arun Agrawal, um dos autores do novo estudo. “Muitos observadores têm sugerido que garantir autonomia substancial e direito à terra para povos indígenas vai levar a altos níveis de desmatamento, porque os grupos indígenas vão querer aproveitar todos os recursos à sua disposição. Este estudo mostra que – baseado nas evidências atuais – estes temores são equivocados”, afirma.
Os autores concluem que a criação de Unidades de Conservação de proteção integral em áreas próximas de cidades ou de grande valor para a agricultura pode gerar críticas, mas é importante para reduzir o desmatamento.
extraído do site:http://www.oeco.org.br/noticias/26984-estudo-reforca-areas-protegidas-protegem-de-verdadehttp://www.oeco.org.br/noticias/26984-estudo-reforca-areas-protegidas-protegem-de-verdade
Curiosidades...
Manaus, AM − A Bachia scaea é um pequeno lagarto de corpo alongado e pernas bem reduzidas, características comuns a esse e a outros gêneros de lagartos que ao longo de milhares de anos se adaptaram a viver em cavidades no chão. O formato e as escamas da cabeça também são adaptados ao tipo de vida que estes bichos levam, tendo que se enfiar em espaços estreitos ou abrir caminho para se enterrar no solo. À primeira vista, podem até ser confundidos com cobras, mas uma olhada atenta na cabeça basta para desfazer a confusão. Ao contrário do que ocorrem com as serpentes, as mandíbulas dos lagartos não são adaptadas para engolir presas muito grandes, e sim para mordê-las e mastigá-las.
Entre tantas espécies do gênero, encontradas entre a Costa Rica e o Paraguai, sempre a Leste dos Andes, a B. scaea era totalmente desconhecida há até pouco tempo. Foi preciso surgir uma ameaça à área onde vivem, na margem esquerda do Rio Madeira (o nome da espécie é uma referência a esta localização), para que finalmente o bicho fosse descoberto. Durante levantamentos de fauna na região das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, alguns lagartos dessa espécie caíram em armadilhas e outros foram capturados por pesquisadores na serrapilheira da mata.
No início, não havia ficado claro para os pesquisadores se era realmente uma espécie nova. “Na hora é difícil saber, porque tem de levar ao laboratório e ver algumas características no microscópio ou na lupa”, conta o biólogo Mauro Teixeira Júnior, primeiro autor do artigo e aluno de doutorado na USP. O artigo que apresenta o novo lagarto à comunidade científica foi publicado na edição de 5 de abril, da revista Zootaxa, escrito por pesquisadores da Universidade de São Paulo, Universidade Federal do ABC paulista e da Universidade Estadual de Londrina (PR).
O bicho foi encontrado tanto em áreas de várzea quanto de terra firme. Entre as diferenças com outras espécies do mesmo gênero, estão o número e o tipo de escamas da cabeça, conforme explica o biólogo, que estuda a herpetofauna das matas secas, áreas de florestas com árvores que perdem as folhas durante a seca, nos cerrados. A B. scaea tem as pernas um pouco mais desenvolvidas que a Bachia geralista, espécie do mesmo gênero descrita recentemente por Mauro Teixeira Júnior e outros pesquisadores no Norte de Minas Gerais.
texto extraído: http://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/27059-parece-cobra-mas-e-um-lagartohttp://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/27059-parece-cobra-mas-e-um-lagarto
Entre tantas espécies do gênero, encontradas entre a Costa Rica e o Paraguai, sempre a Leste dos Andes, a B. scaea era totalmente desconhecida há até pouco tempo. Foi preciso surgir uma ameaça à área onde vivem, na margem esquerda do Rio Madeira (o nome da espécie é uma referência a esta localização), para que finalmente o bicho fosse descoberto. Durante levantamentos de fauna na região das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, alguns lagartos dessa espécie caíram em armadilhas e outros foram capturados por pesquisadores na serrapilheira da mata.
No início, não havia ficado claro para os pesquisadores se era realmente uma espécie nova. “Na hora é difícil saber, porque tem de levar ao laboratório e ver algumas características no microscópio ou na lupa”, conta o biólogo Mauro Teixeira Júnior, primeiro autor do artigo e aluno de doutorado na USP. O artigo que apresenta o novo lagarto à comunidade científica foi publicado na edição de 5 de abril, da revista Zootaxa, escrito por pesquisadores da Universidade de São Paulo, Universidade Federal do ABC paulista e da Universidade Estadual de Londrina (PR).
O bicho foi encontrado tanto em áreas de várzea quanto de terra firme. Entre as diferenças com outras espécies do mesmo gênero, estão o número e o tipo de escamas da cabeça, conforme explica o biólogo, que estuda a herpetofauna das matas secas, áreas de florestas com árvores que perdem as folhas durante a seca, nos cerrados. A B. scaea tem as pernas um pouco mais desenvolvidas que a Bachia geralista, espécie do mesmo gênero descrita recentemente por Mauro Teixeira Júnior e outros pesquisadores no Norte de Minas Gerais.
texto extraído: http://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/27059-parece-cobra-mas-e-um-lagartohttp://www.oeco.org.br/fauna-e-flora/27059-parece-cobra-mas-e-um-lagarto
Aula 12/04
- Texto direitos autorais;http://www.tecmundo.com.br/internet/2301-direitos-autorais-na-internet-e-o-comportamento-da-nova-geracao.htm
Quais tipos de trabalho estão sujeitos aos direitos autorais?
Quando uma pessoa cria uma obra original que está fixa em um meio físico, ela automaticamente detém os direitos autorais da obra. A propriedade de direitos autorais dá ao proprietário o direito exclusivo de utilizar a obra em maneiras determinadas e específicas. Muitos tipos de obras estão qualificadas para proteção de direitos autorais, incluindo:- Obras audiovisuais, tais como programas de TV, filmes e vídeos on-line
- Gravações de som e composições musicais
- Obras escritas, tais como palestras, artigos, livros e composições musicais
- Obras visuais, tais como pinturas, cartazes e anúncios
- Videogames e software de computador
- Obras dramáticas como peças e musicais
É possível utilizar uma obra protegida por direitos autorais sem infringi-la?
Em algumas circunstâncias, é possível utilizar um trabalho protegido por direitos autorais sem infringir os direitos do proprietário. Para saber mais, você pode informar-se sobre uso aceitável. É importante notar que o vídeo ainda pode ser afetado por uma reivindicação de violação de direitos autorais, mesmo se você tiver...- Dado crédito para o proprietário dos direitos autorais
- Abstido-se de monetizar o vídeo infringente
- Observado vídeos semelhantes que aparecem no YouTube
- Comprado o conteúdo no iTunes, em CD ou DVD
- Gravado o conteúdo por conta própria da TV, cinema, teatro ou rádio
- Afirmado que "nenhuma violação de direitos autorais é intencional"
O YouTube pode determinar a propriedade de direitos autorais?
Não. O YouTube não pode mediar disputas de propriedade de direitos. Quando recebemos um aviso de remoção total, nós removemos o conteúdo como a lei exige. Quando recebemos uma contranotificação válida, nós a encaminhamos para a pessoa que solicitou a remoção. Depois disso, cabe às partes envolvidas resolverem a questão no tribunal.Oferecemos um Content ID para os proprietários que desejam identificar automaticamente seu conteúdo quando ele é enviado para o YouTube e permitimos que os usuários disputem correspondências imprecisas.
Qual a diferença entre direito autoral e marca registrada? E patentes?
Direito autoral (copyright) é apenas uma forma de propriedade intelectual. Não é o mesmo que marca registrada, que protege nomes de marcas, slogans, logotipos e outros identificadores de origem de serem usados por outros para certos fins. Também se difere da lei de patentes, que protege as invenções. O YouTube oferece um processo de remoção separado para vídeos que violam marca registrada, segredo comercial ou outras leis.Qual a diferença entre direito autoral e privacidade?
Só porque você aparece em um vídeo, imagem ou gravação de áudio, não significa que você possui os direitos autorais deste. Por exemplo, se seu amigo filmou uma conversa entre os dois, ele possuiria os direitos autorais desta gravação de vídeo. O que vocês dois estão falando não está sujeito à proteção direitos autorais separadamente do vídeo em si, a menos que fixado com antecedência.Se um amigo ou outra pessoa enviou um vídeo, imagem ou gravação em que você apareça, sem sua permissão, e isso violar sua privacidade ou segurança, você pode apresentar uma reivindicação de privacidade.
Texto extraído: http://www.youtube.com/yt/copyright/pt-BR/what-is-copyright.html
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